quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Desaforo é o flerte.





Desaforo é o flerte.
Coisa boa é a retribuição, corpos que se comunicam pelo olhar
Imenso é o se encontrar
Bom é quando se sabe o nome
Quando os corpos se interpõem e seguem sentados em um carrossel
Sem nunca se encontrarem ao certo e se vendo a todo instante.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

O segundos parecem mortos.







Os segundos parecem mortos.

É como sentar ao lado de alguém e não falar, pedindo que o silêncio se desfaça porque ainda é cedo para a noite eu me aconchegar e dizer que gosto mesmo da vida, quando o amor se aplaca, amor sem dono e sem ninguém.
Não ter limites para o solitário e o tempo de nenhuma solidão.

Adoro a vida por ela ser.
Vivo de olhar as pessoas e de ter palavras e frases e feitos.
Vivo do silêncio alheio.
Vivo do silêncio e do segredo.


quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Meu corpo.




Eu não escondo mais o meu rosto em reflexo que não são imagens são metáforas, um excesso de alma mais do que corpo marcado pelo acúmulo, satisfeito é tudo que me faz lembrar o meu amor cativo que cativa. O corpo, o corpo, o gozo. A intransparência do meu corpo ancho.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Não existe bússola, eu simplesmente existo.

Não encontrar-se, todavia qual o ponto de chegada?
A noite repartida em desviver.
Para onde chegar quando minhas vestes j´são tão manchadas.
E eu sigo inventando as milhas de normalidade dentro de toda essa viagem chamada vida.


terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Macabéa






Menina sem dor sem nada.
Sem véu.

Pedra, caminho

Pedra

Pedra que não sabe o que é ser pedra

Estrela amanhecida

Quem não sabe por que veio.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Sol de Janeiro




Eu deito no chão
Vejo folhas enfileiradas
em cada galho
Não existem frutos
Apenas a ternura do Sol
Em cada folha
Em cada galho
Em cada chão.

Como viver ao meio-dia?
Tempos passados
Um passo
um suspiro
Uma esperança

Maturação de vida

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

A felicidade real







Questiono-me do que tem sido a verdade.

A verdade que permite que minha vida esteja em tudo que escolho viver. Mais um Natal e o sentimento que me faz lembrar sempre do filme Mentes que brilham e ter a esperança projetada para mais um ano. Jodie Foster, atriz que nunca vou esquecer por atuações em filmes como O Silêncio dos Inocentes.  As lembranças podem sim se repetir, assim como as intenções de harmonia diante da vida, associações feitas na mente como ter na história do filme o entendimento de um enredo, de um começo, meio e fim sempre inspirador para mim em que uma família encontra a união e a capacidade de felicidade real, a volta da espontaneidade entre mãe e filho.

Lembrar e associar finais felizes para cada ano, 2017 terminando e a minha felicidade é envelhecer sempre com saúde, amor e prosperidade. Recife que já não é apenas um lugar, nenhum um ponto no planeta, a ressignificação do mapa mental que utilizo dentro de minha cabeça, a relação de conexões e estímulos afetivos sendo reconstruídos, a imaginação mesmo muito ampla sendo reconfigurada pela capacidade tão significativa de reabilitação e reorganização do amor pela vida.
Amar é quase um silêncio na noite e depois disso nenhum pensamento ruim, o amor platônico tão revisto e vivido de forma bonita e intensa, harmoniosa, respeitosa e feliz. A felicidade real que encontra tempo em mim e que me traz a verdadeira vontade de viver e de amar. O ano de 2018 se aproxima e a alegria é o melhor presente de fim de ano. 

Um coração guerreiro
De sentimentos guerreiros
2018 
Meu tempo.

*Mentes que Brilham- Roteiro- Escott Frank. Atriz Judie Foster (18 de outubro de 1991).

Dói

  Em casa me dói a alma a tua anti-presença Que me deixa sentir a dor da ausência Palavra mais falada  é o silêncio Mudez que faz o tempo co...