Eu,
Tenho muitas saudades e esperança.
Dos tempos de escola, da vida que tinha na infância, de ser muito correta, de jogar futebol, volei, de gostar de ficar na varanda. Olho-me hoje, acho- me bonita. Adoro as palavras e tento ter cuidado para não ser chata por muito certinha, para ser louca. Carrego comigo sempre caneta e papel. Sou muito fiel ao Deus e aos que amo. O amor transforma a imagem, a minha imagem. A aura é feita de cores e é bom ver auras com as cores mais bonitas que estão em pessoas comprometidas com o bem e tentam sempre se melhorar. Estou com elas, celebro os dias, as amizades e as pessoas que admiro.
Diário de bordo de Tânia Consuelo de Almeida e Silva.
Dezembro-40 mil vidas-envelheço. No espelho nunca esqueço meus 20 anos. Tudo é memória, o presente, sábio.
terça-feira, 21 de novembro de 2017
domingo, 19 de novembro de 2017
Carta literária - 19.11.2017
Navego,
Tenho o prumo e o leme.
O lado direito e o lado esquerdo enquanto marcham seguem desiguais.
O coração quando não dorme, explode quando pulsa, mas o amor é sempre pungente, leve, ativo. Sentimento que escolho, totalmente companheiro de afeto amplo. Realidade.
domingo, 12 de novembro de 2017
Fonte viva, coração da vida.
O tempo e a felicidade. Leveza da vida, dialogo com o que vejo e revejo, repetir e repetir os ensinamentos para existir coerência em cada palavra, o sonhador vai se perdendo em mim e eu já não me perco. Conversas, lembranças de um fim de semana, de compartilhar o gosto bom de visitar a família, aconchego e boas risadas. Lembranças recentes que me fazem ser fase próspera e feliz. A naturalidade e o amor reverbera. Campos e plantações cheias de sentimentos de afeto e carinho. Gratidão!
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
O que tenho escolhido para minha vida.
Aos olhos de Deus
a harmonia da vida
Liberdade
para voar
seguir meu caminho
Pelas mãos do criador
Ser amor verdadeiro
Ter a paz.
sábado, 28 de outubro de 2017
Presépio da vida.
A linha, a palavra, a garganta
Alinhavar o instrumento
Reconhecer no silêncio
O verdadeiro
Intuito divino
que despe
que reconheço
que reconheces
em cada embate do dia
Medita
E pede para entender
A escala das cores
As intenções dos homens
Costura o tempo
Renasce, Recomeça
Revive
Orgulho, vaidade
Posta em cheque
Revida
Estrelas bonitas no Céu
Sentimento amoroso de Deus
Verdadeiro Guia
Em cada casa, em cada tempo
O Natal e sua celebração
O Amor
União e Paz
Verdadeira alegria
Pureza de Deus.
terça-feira, 24 de outubro de 2017
terça-feira, 17 de outubro de 2017
O amor de Clarice.
A presença e a ausência,
A vida que não está em viver ou morrer.
Eu sorrio e reconheço o que estava nas palavras de Clarice, o amor sempre começa quando se consegue estar despido de tudo. Sentimento de não deteriorar, nem machucar a si e ao outro. É quando se tem amor que se enxerga as noites trágicas e as manhãs felizes como um aprendizado, constatação que os olhos não tomam como ferida. Nada importa quando o peito está repleto do sentimento que não só ensina como cura, que me faz plantar e contemplar desertos, que me ensina a ter fraternidade ampla e traduz o propósito do meu viver, o mundo desfolhado e as intenções bem construídas pelo coração que desarma, acalma, silencia e mostra uma nova forma de conceber a vida pelas ausência de máscaras, por ter ciência das intenções, por cada dia compreender o motivo que me traz de novo à Terra.
Maternidade infinita, verdade aprendida, sentir o envelhecer com mais propriedade, olhar sempre todas as pessoas que amo e nunca esquecer de abraçar da forma mais humana possível e de chorar diante de minha doçura e do descanso, das coisas que tenho para fazer, do reencontro com a naturalidade e a celebração da vida. Decifrar é realmente evolução humana, assim como escolher a dignidade para a vida valer mais.
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