segunda-feira, 24 de setembro de 2018

terça-feira, 7 de agosto de 2018

Sono e segredo: distorcidas palavras inventadas.






Atrapalho o meu sono


Diante de mim
Reviram o estômago
Distorcidas
Palavras
Inventadas
Eu uma assassina
De cabeça para baixo
o que sou se desfaz
As noites mais frias
           Não saem de mim

quinta-feira, 26 de julho de 2018

A bicicleta.



Dias de dor
Domo a tristeza
Chego em casa
Esperando um banho quente
Pertencendo em mim o aconchego
Vontade de vencer qualquer desânimo
Sinto a necessidade de viver
O que às vezes a mente inquieta
Leva tudo
Pedalar e ter de volta

A vontade de viver.

sábado, 9 de junho de 2018

Mar de memórias.




Eu vi um mar fazer rebuliço em mim.

mar de memórias
completude

Encontro-me
Desato-me
Das noites

Reconheço-me
Essência
Amo as lembranças
E vivo delas

Não existe silêncio
Tudo existe

Já não tenho vinte e poucos anos
Vivo do que passou.

domingo, 27 de maio de 2018

Brinco de pérolas, ausência e amor.





Estou ao teu lado como quem não teu medo.
Brinco de pérolas em teu corpo
Deixo-me estar, olho-me por dentro
Encontro o desejo e te vejo
Desobrigo-me e me calo.

Vejo a ti que não estás
Vejo que jamais estarás totalmente
Beijo-te
A teu lado estou
Ausência e amor.

domingo, 6 de maio de 2018

Meu medo da vida.





Quando o mundo é cinza é preciso repensar.
Repensar o coração e o corte, a dor e o tempo.
O medo que a vida faz


Depressão
Solidão
Não se deita em silêncio
Não se dorme em angústia

Tempo de se buscar
De não desistir
De se amar mais do que tudo
De continuar a viver até a nuvem passar

Às vezes viver é fosco
É triste
É preciso amar a espera.

terça-feira, 1 de maio de 2018

A espera dele chegar.




Ele não gostava de viver.

Frágil de mim
Volto-me para o sol e reconheço o tempo em ranhuras.
Embalo os seus vestígios, os seus silêncios.
Em segredo não te quero mais ver assim.

Dói

  Em casa me dói a alma a tua anti-presença Que me deixa sentir a dor da ausência Palavra mais falada  é o silêncio Mudez que faz o tempo co...