Eu encostava meu rosto no chão morno da varanda nos finais de tarde , era assim que gostava de sentir o calor da vida.
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O paralelo vive comigo
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A estranheza tem alma pesada
assim como a morte e também a vida
Viver é um estado de descrença
Sensação ainda desconfortável,
Desconforto é lidar com a felicidade,
Ter medo de ter por perto,
Agulha fina
É quando se sabe da espera,
o surto diante da falta de quem me foi muito amor,
e que aqui não vive mais.
A certeza do sentimento vivo
dentro da morte
o tempo
o que nada sabe da vida
que apenas fecunda
a essência.
Tudo que tenho comigo.
Maturidade de saber,
de sentir o que não precisa de tempo.
Dezembro-40 mil vidas-envelheço. No espelho nunca esqueço meus 20 anos. Tudo é memória, o presente, sábio.
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