Com a mesma desculpa, me pede a mesma reza.
Encosta a mesma descrença nas próprias dores em ruminação eterna. Em pensamentos que se repetem nas atitudes de cada dia.
O instinto nas mesas aconchegando medíocres palavras da boca pra fora.
Parecem corpos sem alma. Corpos que se distraem.
Carnes de todos os tipos desfilando em roupas de marca.
É fato a tendência dos que causam efeito, cheios de músculos.
Ideias antropofágicas.
O tempo se repete.
Dezembro-40 mil vidas-envelheço. No espelho nunca esqueço meus 20 anos. Tudo é memória, o presente, sábio.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
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