Treze de março de 2015
Às vezes me espanto com imagem das coisas.
A imagem de mim
transfiguro
E tento converter
em me reconstruir
tanto pranto
que me deste
E o que foi que te fiz?
Foi de dor que partiste
nas contas de vidro
Virando as marés
Mar revolto
e eu não escondo
a prece
Recuperei
meu corpo
perante
tua falta de fé
devagar
olhando de longe
os olhos
em cada pedaço
da tua insegura ladeira
te vejo
E te esqueço
Devolvo
a bala
a culpa
E cuspo
teu peso.
Dezembro-40 mil vidas-envelheço. No espelho nunca esqueço meus 20 anos. Tudo é memória, o presente, sábio.
sexta-feira, 13 de março de 2015
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