Sentou entre a palavra e o papel. Como às vezes acontecia.
Desdisse os medos, as impressões do que entendia que o mundo fazia dela.
Os músculos respiraram e se deixou a tensão, o corpo pode ser.
Já não imaginava chicotes repuxando as suas costas e as panturrilhas, sempre pronta para batalhas.
Como era bom viver sem sociedade.
Dezembro-40 mil vidas-envelheço. No espelho nunca esqueço meus 20 anos. Tudo é memória, o presente, sábio.
sexta-feira, 20 de maio de 2016
segunda-feira, 16 de maio de 2016
Redenção
Sonhos me libertam de sonhos
Mágoas e obsessões
Meu ser pequeno de pequena alma amplificada
o tempo suprime
Imagem cega se desfaz
Durmo e questiono
A imagem influente
Manipulada Manipuladora
Liberto-me das proporções ilusórias
Desfaço-me de ideias fixas.
(Trecho de Infelicidade real. Evangelho segundo o Espiritismo)
Mágoas e obsessões
Meu ser pequeno de pequena alma amplificada
o tempo suprime
Imagem cega se desfaz
Durmo e questiono
A imagem influente
Manipulada Manipuladora
Liberto-me das proporções ilusórias
Desfaço-me de ideias fixas.
A infelicidade, é a alegria, é o prazer, é a fama, é a agitação vã, é a louca satisfação da vaidade que fazem calar a consciência, que comprimem a ação do pensamento que atordoam o homem sobre seu futuro. A infelicidade é o ópio do esquecimento que chamais ardentemente.
A felicidade é muito mais colher os frutos, o que o presente projeta.
(Trecho de Infelicidade real. Evangelho segundo o Espiritismo)
sexta-feira, 13 de maio de 2016
O vestido preto e branco.
Viver em outro mundo. Faço tanto isso. Ontem à noite antes de dormir, eu fui no mesmo lugar e estavam as folhas de outono e você com sua roupa clássica de cavalgar
. Mais um lugar que reconheço por entre os olhos fechados,
O repugnar do instinto não estar junto ao afeto. Ou o amor ou o sexo, quando estará tudo em constante concatenação? O extinguir o controle do corpo e eu continuo esperando mais de uma relação. Em momentos penso que sou praticamente virgem e prefiro não constatar a minha falta em cada relação que foi um dia.
Em teu peito após o desejo sexual atingido, as folhas de inverno. As botas que vejo também em mim.
O repugnar do instinto não estar junto ao afeto. Ou o amor ou o sexo, quando estará tudo em constante concatenação? O extinguir o controle do corpo e eu continuo esperando mais de uma relação. Em momentos penso que sou praticamente virgem e prefiro não constatar a minha falta em cada relação que foi um dia.
Em teu peito após o desejo sexual atingido, as folhas de inverno. As botas que vejo também em mim.
segunda-feira, 9 de maio de 2016
sábado, 7 de maio de 2016
quinta-feira, 5 de maio de 2016
Como contar vivência: uma metáfora.
A pedra e a terra no fundo do mar.
Arrebentação leva de volta pra beira.
A pedra e a água.
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Erode estrutura, textura e segredos.
O sal, a solidão de cada pedra.
Redondos que não se estreitam e não se pisam.
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Dói
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Campo de neve, corpo de aço. Gosto alumínico na boca. Coração de mercúrio, corpo escuro. Pensamentos obtusos, negativos. Temor entranhado qu...
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