Se os meu desejos vão além desse ano
Há quem encontrar meus silêncios embora
Pois de dor se foi
tudo nesse pequeno ano de Ulisses
de dor e nada mais
Nesse tempo eu revi uma certeza:
que não se morre jamais
Foram lágrimas e um cansaço de vida
Mas não perdi ainda
Mas não perdi jamais
Dezembro-40 mil vidas-envelheço. No espelho nunca esqueço meus 20 anos. Tudo é memória, o presente, sábio.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
sábado, 19 de outubro de 2013
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Me deixem falar.
Um dia eu redescobri a vida
2005 inesquecível
Sonhava em fazer uma faculdade
de ter de volta uma rotina
E de repente de novo sabiá
"vou voltar para o meu lugar"
Agora estou sem referências
Por duas vezes tive que segurar a onda
pois a tristeza machuca e a paciência nem consola
Mais uma vez estou sofrendo por estar no entremeio
Suportando solidão e dor
Sem poder falar nada
E vou aguentando até onde der
Mais uma vez amando mais meus pais e minha irmã
Por um fio
Tentando acreditar na vida e numa forma de superar.
2005 inesquecível
Sonhava em fazer uma faculdade
de ter de volta uma rotina
E de repente de novo sabiá
"vou voltar para o meu lugar"
Agora estou sem referências
Por duas vezes tive que segurar a onda
pois a tristeza machuca e a paciência nem consola
Mais uma vez estou sofrendo por estar no entremeio
Suportando solidão e dor
Sem poder falar nada
E vou aguentando até onde der
Mais uma vez amando mais meus pais e minha irmã
Por um fio
Tentando acreditar na vida e numa forma de superar.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Sina
A dignidade de amar
Sem corroer por dentro a mesma frase esquecida
A mesma réstia do secundário amor pela própria vida
A espera que vai e volta nos compaços da veia escrita
O sinal de silêncio quando a ordem é desprovida...
A vaga lembrança de uma sensação
Volver sementes
Abris caminhos
Romper os vasos
Pular os muros
E sobretudo colar as frases feitas
De palavras santas que queimam
Como vitrais ao sol
E alimentam como amor de mãe
Sem corroer por dentro a mesma frase esquecida
A mesma réstia do secundário amor pela própria vida
A espera que vai e volta nos compaços da veia escrita
O sinal de silêncio quando a ordem é desprovida...
A vaga lembrança de uma sensação
Volver sementes
Abris caminhos
Romper os vasos
Pular os muros
E sobretudo colar as frases feitas
De palavras santas que queimam
Como vitrais ao sol
E alimentam como amor de mãe
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Dói
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